Coluna PH – Quando vale a pena deixar de ser autônomo e abrir uma empresa?

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Fala galeeeera!

Hoje o assunto que eu trouxe para falar com vocês é… Quando vale a pena deixar de ser autônomo e abrir uma empresa?

É claro que essa decisão depende de alguns fatores como a atividade que exerce, o rendimento mensal entre tantas outras coisas que precisam ser analisadas.

E para te ajudar a tomar a melhor decisão, vou apresentar algumas vantagens e desvantagens, com base na minha experiência, e claro, de alguns clientes.

Então, se você já se interessou por esse assunto, aproveite bem essa leitura!

Quais são as vantagens e desvantagens de ser autônomo?

 

Você está se perguntando “ah mas ser autônomo não precisa pagar imposto, não tem patrão e não precisa cumprir horário”.

Mas não é bem assim que as coisas acontecem… Quando se é um profissional independente, que presta serviço sem nenhum vínculo empregatício, pode haver sim algumas vantagens como, definir seu próprio horário e a quantidade de projetos sem a “supervisão” de alguém.

Além disso, o autônomo dependendo de sua área de atuação, tem mais flexibilidade para se dividir entre o trabalho e outras atividades.

Entretanto, também existem as desvantagens e que podem ser fatores decisivos. E ao contrário do que você possa imaginar, a principal é a falta de estabilidade. É isso mesmo!

Profissionais autônomos não têm tanta estabilidade financeira devido a falta de vínculo empregatício, bem como outros benefícios que um profissional CLT tem, como: férias, 13º salário, FGTS, folga extra etc.

O fato é que os profissionais independentes ainda têm menos flexibilidade por não ter um renda bem definida, no mais, ainda precisam contribuir sozinhos com o pagamento do INSS.

E se você ainda acha que não é preciso cumprir com obrigações legais, se enganou. O profissional deve ter ainda mais atenção e planejamento financeiro, pois ainda deve recolher impostos e fazer contribuições.

 

E quando vale a pena deixar de ser autônomo e abrir uma empresa?

 

Em alguns casos, ser um autônomo significa recolher mais impostos. Sim, e para quem não entendeu, calma que eu vou explicar!

Os profissionais independentes que trabalham como Pessoa Física, têm direito de se inscrever na Previdência Social e contribuir com o INSS para garantir o direito de aposentadoria, entre outros auxílios. O valor apesar de ser reduzido, equivale a 11% do salário mínimo.

E o que pode ser considerado mais uma desvantagem, é que uma empresa que contrata o serviço de um autônomo, deve pagar 20% de INSS sobre o rendimento que é pago ao profissional e isso faz com que as empresas optem por contratar um profissional PJ.

E no que diz respeito a impostos, os prestadores de serviços autônomos também devem recolher o Imposto de Renda, que de acordo com a tabela progressiva, varia de 15% a 27,5%.

Sendo assim, por esse motivo, às vezes vale a pena deixar de ser autônomo e abrir uma empresa, pois o recolhimento do imposto é bem menor para quem tem um CNPJ e emite notas fiscais.

Normalmente o imposto varia de 8% a 15%, é uma tributação bem menor. Então, vale a pena repensar!

 

Além disso, uma outra vantagem, é se a sua atividade for compatível com o MEI  e o faturamento anual for de até R$ 60 mil, então é uma excelente opção para ter um CNPJ.

E se você ainda não decidiu sobre deixar de ser autônomo e abrir a própria empresa, saiba que é importante pensar com cautela e colocar na balança todos os fatores que podem interferir no seu futuro profissional.

 

E lembre-se disso, na hora de abrir uma empresa , é importante escolher o regime tributário  mais vantajoso e o tipo de empresa mais se adequa ao seu tipo de atividade, e neste momento ter a orientação de um contador é fundamental.

E nós da Talst Contabilidade podemos te ajudar durante todo o processo de regularização profissional e formalização do seu negócio. Tudo isso sem complicações.

Fale com um profissional da Talst   e saiba mais como funciona!

 

 

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